Duke Nukem Forever
Mais de uma década se passou até que o jogo fosse finalmente lançado. Isso mesmo, Duke Nukem Forever está liberado para quem comprou no Steam aqui no Brasil desde ontem. E porcos ainda não voam, nem o inferno congelou, mas uma das maiores piadas do mundo dos games não faz mais sentido, Duke está de volta.
Joguei algumas horas ontem e já deu pra perceber que o jogo é um FPS "Old School", ou seja, te dá um caminho a seguir, atirar em tudo que se mexe (apesar de alguns aliados na tela), mas é você quem precisa fazer tudo. Quem espera algo no estilo CoD, pode esquecer e ir fazer outra coisa, esse game é pra quem passou horas jogando Doom, Quake e similares. Resumindo: Crianças, vão dormir que titio Duke precisa eliminar uns alienígenas.
Mas, se fosse só isso, não teria graça. O diferencial de Duke Nukem é exatamente o seu protagonista, agora uma celebridade mundial por ter derrotado os aliens no primeiro jogo. E ele volta à ativa por um motivo muito particular, como disse o general em uma fase inicial do jogo: Eles estão levando as nossas mulheres, isso é pessoal!
E sem essa história de barra de Vida para Duke, ele tem é barra de Ego, que você pode preencher ou aumentar fazendo coisas como ganhando partidas de fliperama ou arrancando a cabeça de alienígenas nocauteados. Se adimirar no espelho também ajuda.
Um problema no jogo, é Duke só poder carregar 2 armas ao mesmo tempo. OK é mais realista, mas gamers old school estão acostumados a levar um arsenal consigo. Mas, pelo menos até onde joguei, as armas são abundantes pelo cenário, então não é tanto incômodo assim.
Concluindo, nenhum jogo valeria a espera de mais de 10 anos, mas Duke Nukem Forever é uma lenda atual e se você já tinha nascido quando ele foi anunciado pela primeira vez, vai querer jogar e não vai se arrepender.
Agora me dá licença que meus chicletes acabaram, e preciso ir chutar algumas bundas.