Copa do Mundo
E a Copa acabou para o Brasil. Fiquei enrolando para escrever sobre essa Copa do Mundo porque queria esperar até as Quartas de Final e evitar o "achismo" que rola solto por aí, afinal, é nessa fase que se diferencia os homens dos meninos.
Como assim? Simples. Dê uma olhada nos chamados favoritos na maioria das Copas e em que fase eles cairam. E porque acontece isso?
Vamos lá, desconsiderem as Eliminatórias, onde são meses chutando cachorros mortos. Temos a fase de grupos, onde o sorteio não tem quase nada de sorte, pois é totalmente direcionado. Ninguém forte enfrenta ninguém forte nessa fase, com uma ou outra rara excessão.
Depois temos as Oitavas de Final. Nessa fase, os chamados fortes enfrentam sempre o segundo colocado de outra chave. É só ver nessa Copa, dos 8 primeiros colocados na primeira fase, 7 passaram adiante.
E assim chega a fase que importa, onde os primeiros colocados das chaves iniciais, que geralmente foram os "Cabeça de Chave", que são os times fortes mesmo se enfrentam. Agora não tem mais bobo na competição.
Além disso, passar dessa fase significa disputar o que eu gosto de chamar de "Finais da Copa", já que são os 4 times que disputarão o máximo de jogos (existe a disputa do terceiro lugar), e são os que serão lembrados pela história.
Por isso tudo é que considero essa fase a decisiva da Copa, porque chegando nas finais, tudo pode acontecer, já que quem chegou tão perto, por acaso não foi.
Agora, resta ver se a História vai se desculpar com a Holanda, e dar o título que eles mereciam em 1974. Eu só espero que o Mick Jagger esteja amanhã torcendo pela Argentina.